belogue
banalidades circunstanciais.. ou não!miaaauu.
Este dueto foi composto por Rossini para “gozar” com as sopranos que desafinavam. Não pertence a nenhuma das suas óperas. Rossini era um “brincalhão” e adorava desfrutar a vida. Deixou de compor aos 33 anos e dedicou-se a gozar a vida, sendo um reputado gourmet.
Costuma ser cantado por duas vozes femininas (mezo e soprano) acompanhadas ao piano. A sua única letra é o miau dos gatos. Aproveita esta interpretação com vozes de crianças.
Xipiti.
high school love.

O Museu da Água – Coimbra, a Associação dos Antigos Alunos do Liceu Salvador Correia – Portugal e as editoras Pangeia e Chá de Caxinde, convidam V. Exa. para a cerimónia de apresentação do livro “VIVA A MALTA DO LICEU” – Evocação comemorativa do 90º aniversário da criação do Liceu, da autoria de um colectivo de autores coordenado pelo Eng. Miguel Anacoreta Correia, que vai ocorrer no próximo dia 31 de Outubro pelas 18,30 horas, nas instalações do Museu da Água – Coimbra, sito no Parque Dr. Manuel Braga.
Fará a apresentação, o Dr. Fernando Pereira (Karipande), ex-aluno e jornalista.
Xipiti.
piano feet.
“Diante de uma escada rolante e a outra convencional, qual optarias para chegar ao teu destino? - Se sabemos que subir escadas pode ser um óptimo exercício físico capaz de melhorar a saúde, como mudar o comportamento das pessoas para que optem pela escada convencional? Simples: Fazer com que isso se torne divertido para elas.
Estocolmo, capital da Suécia, numa iniciativa baptizada de “Teoria do Divertimento”. Por trás da iniciativa está a Volkswagen, com uma acção de marketing que foca no bem estar e educação das pessoas.”
Primavera.
ikoisa.
“Não digo que os móveis do IKEA não sejam baratos. O que digo é que não são móveis. Na altura em que os compramos, são um puzzle. A questão, portanto, é saber se o IKEA vende móveis baratos ou puzzles caros. Os problemas dos clientes do IKEA começam no nome da loja. Diz-se «Iqueia» ou «I quê à»? E é «o» IKEA ou «a» IKEA»? São ambiguidades que me deixam indisposto. Não saber a pronúncia correcta do nome da loja em que me encontro inquieta-me. E desconhecer o género a que pertence gera em mim uma insegurança que me inferioriza perante os funcionários. Receio que eles percebam, pelo meu comportamento, que julgo estar no «I quê à», quando, para eles, é evidente que estou na «Iqueia».
As dificuldades, porém, não são apenas semânticas mas também conceptuais. Toda a gente está convencida de que o IKEA vende móveis baratos, o que não é exactamente verdadeiro. O IKEA vende pilhas de tábuas e molhos de parafusos que, se tudo correr bem e Deus ajudar, depois de algum esforço hão-de transformar-se em móveis baratos. É uma espécie de Lego para adultos.
Há dias, comprei no IKEA um móvel chamado Besta. Achei que combinava bem com a minha personalidade. Todo o material de que eu precisava e que tinha de levar até à caixa de pagamento pesava seiscentos quilos. Percebi melhor o nome do móvel. É preciso vir ao IKEA com uma besta de carga para carregar a tralha toda até à registadora. Este é um dos meus conselhos aos clientes do IKEA: não vá para lá sem duas ou três mulas. Eu alombei com a meia tonelada. O que poupei nos móveis, gastei no ortopedista. Neste momento, tenho doze estantes e três hérnias.
É claro que há aspectos positivos: as tábuas já vêm cortadas, o que é melhor do que nada. O IKEA não obriga os clientes a irem para a floresta cortar as árvores, embora por vezes se sinta que não faltará muito para que isso aconteça. Num futuro próximo, é possível que, ao comprar um móvel, o cliente receba um machado, um serrote e um mapa de determinado bosque na Suécia onde o IKEA tem dois ou três carvalhos debaixo de olho que considera terem potencial para se transformarem numa mesa-de-cabeceira engraçada. Por outro lado, há problemas de solução difícil. Os móveis que comprei chegaram a casa em duas vezes. A equipa que trouxe a primeira parte já não estava lá para montar a segunda, e a equipa que trouxe a segunda recusou-se a mexer no trabalho que tinha sido iniciado pela primeira.
Resultado: o cliente pagou dois transportes e duas montagens e ficou com um móvel incompleto. Se fosse um cliente qualquer, eu não me importaria. Mas como sou eu, aborrece–me um bocadinho. Numa loja que vende tudo às peças (que, por acaso, até encaixam bem umas nas outras) acaba por ser irónico que o serviço de transporte não encaixe bem no serviço de montagem. Idiossincrasias do comércio moderno.
Que fazer, então? Cada cliente terá o seu modo de reagir. O meu é este: para a próxima, pago com um cheque todo cortado aos bocadinhos e junto um rolo de fita gomada e um livro de instruções. Entrego metade dos confetti num dia e a outra metade no outro. E os suecos que montem tudo, se quiserem receber.”
Xipiti, c/ Ricardo Araújo Pereira
tok – just go and have a talk with God.
As incursões por discotecas, atrás de músicas desconhecidas avaliadas pelo grafismo das capas, têm destas coisas: Tok Tok Tok. Soberba sonoridade – infelizemente impossível de expressar no video anexo – alicerçada na poderosa voz de Tokumbo Akinro e na criatividade de Morten Klein.
Há muito tempo que não abusava das potencialidades sonoras cá da toca: o silêncio do escuro interrompido pela fantástica (re)interpretação da ‘have a talk with God’ do Stevie Wonder. Jeeeez….
Óbvia conclusão: ritual a continuar.
msgd
dica.
Só neste País !…
É de rir…
Se um dia forem apanhados a mudar o pneu ou coisa do género sem o colete digam sempre que não tem, mesmo que o tenham convosco. É que a multa por não ter o colete são 60 euros.
A multa por não o utilizar (tendo-o) é 120 euros.!!!!
Xipiti











