belogue

banalidades circunstanciais.. ou não!

tasteful times.

Os comentários da Maria e da Naked ali ao lado levaram-me para um tema que, estranhamente, nunca abordei aqui no belogue: coisas com horas e outras que fazem riscos. Coisas de gajo, macho, uhhh – kidingueeee – os relógios sempre foram uma paixão, assim para o moderada. A (maior)idade vai funcionando como filtro, e no meio de tanta oferta, há duas máquinas do tempo que levam a minha predilecção:

luminor_pr_belogue.gif

Panerai Luminor Power Reserve, numa edição de 2005, com o característico design minimalista e quase retro da Panerai. Uma caixa em titânio, ladeada pela típica protecção da coroa, abriga um mostrador simples, com o dia ampliado. O mecanismo OPIII não é dos mais brilhantes, sendo automático com 13¼ linhas, 21 jóias e balanceador Glucydur® com 28.800 alternâncias/hora. A caixa que o acompanha é qualquer coisa de fantástico: protecção do relógio em silicone, bracelete extra em cautchouc e espaço para outra adicional, chave de parafusos específica para troca de braceletes, almofada de suporte, tudo envolto em veludo negro e madeira de faia. Superb.

luminor_caixa_belogue.jpg

… e enquanto espero que uma donzela ou donzelo me faça o pedido de casamento :P , vou apreciando o Jaeger-LeCoultre AmVox 2, a segunda fase da ligação à Aston Martin (who else?), que perpetua um original mecanismo de controlo iniciado com o AmVox, o cronógrafo de accionamento vertical. O engenhoso mecanismo torna possível marcar o início, a paragem e o reset do cronógrafo simplesmente pressionando-se o cristal de safira da caixa do relógio, na posição das 12 horas e das 6 horas, sem a necessidade de botões laterais. Tal e qual o movimento necessário para ligar o motor de um Aston.

O movimento o JLC 751B é obviamente mecânico de corda automática, com roda de colunas manufacturado, montado e decorado à mão. Tem 272 peças, 39 rubis e 28.800 alternâncias/hora, com reserva de corda máxima de 72 horas. Materiais como o titânio e a platina para a caixa de 44 mm e a tela técnica para a bracelete complementam a obra-prima. Foram manufacturados apenas 250 para o mundo inteiro, embora rumores digam que acabaram por ser 500 devido à elevada procura.

amvox2_belogue.jpg

Esta informação foi totalmente grátis :P

msgd

14 Comentários »

  NakedSelf wrote @

Eu pura e simplesmente adoro relógios e canetas. Mais relógios. Fosse eu uma excêntrica… ;)

  Lover wrote @

eu também gosto muito de relógios, principalmente de homem, geralmente mais discretos e possantes…mas cada vez consigo menos usar…deve ser para não ver o tempo passar :P

  tubaraodoluso wrote @

Biso…adoro, adoro, adoro relógios (de Homem claro, tenho uma preferência) e canetas, pois…Isto é o diacho das coincidências, mas tinha escrito há uns posts atrás sobre os relógios da Porsche em formato resumée…até porque tenho aí uma prenda pensada para a barbatana metade…recorda-me novamente aquele post lá bem atrás e o velho dilema: trabalhar menos e viver com menos vs poder oferecer a moi ou à barbatana estes mimos de relojoaria e os tais de design que sou fãzézimo até ao 15º oceano porque me fazem sentir…tranquilo…tipo as cadeiras barcelona, o candeeiro dos recados, e a charles/eames collection…não preciso disso para viver, mas que me regala… pois…o tal dilema…ehehehe. Lembro-me de uma pequena história de um viajante que pergunta a um mestre chinês porque é que a casa dele n tem mobilia; o mestre questiona-o se ele qdo vai de viagem leva a mobília atrás ao que o viajante responde que não, porque nesse caso está só de passagem…ao que o mestre acrescenta “eu também”…

  NakedSelf wrote @

Mas os relógios levam-se de viagem ;) Para quê a mobília? :P

  msgd wrote @

Tinha um palpite que este post traria de volta o tema do Ganhar Menos, Viver Melhor, e um palpite ainda maior quer seria uma criatura submarina a (re)mexer nele, :D
É um dilema de facto, quantas vezes não ficamos divididos entre a necessidade e paixão ou até a necessidade da paixão? Creio que com bom senso, também algum equilíbrio conseguimos satisfazer o nosso ego de tantas e tantas formas: a ajudar os outros, a termos prazer ao fazê-lo e também em mimarmo-nos um bocadinho. Cada qual tem a sua visão, os seus desejos, e cada qual deverá encontrar a melhor forma de o fazer.
Não sou indiferente a um AM, mexe comigo, e o último dos argumentos (tão em voga nesta tugalândia) é a ostentação. Preciso dele? Claro que não. Provavelmente até não me sentiria bem em ser proprietário de um, mas de alguma forma é uma cenoura ali à frente, que vai fazendo mover o meu mundo. No meio desse movimento aparece o altruísmo, outras paixões, a vontade de fazer sorrir. Funciona quase como a energia necessária para me alimentar mentalmente, porque na práctica sei que não preciso disso.

… e Tubarão, não te esqueças que para ti tem de ser tudo à prova de água ;)

  maman wrote @

É intereressante partilharmos gostos em comum.
Também gosto muito de relógios Nakedself, canetas não se falam!!!:)
Partilho com as meninas (e meninos tb :) ) uma joia que eu acho fabulosa, pela sua simplicidade, pela sua beleza e seu significado, “a trinity da Cartier”, anel formado por 3 alianças interlaçadas de 3 cores de ouro ou não, lindo lindo!!
Percam-se no site:
http://www.cartier.fr/fr

  msgd wrote @

Pois, gosto do significado, mas esteticamente non, ça ne marche pas pour moi :P Gosto muito do Bague Love deles, que vem de uma pulseira apresentada em 1972 e de peças de um relógio. Deu origem a um mix muito original…

  Xipiti wrote @

Um relógio é a única jóia que tolero num homem… além do coração que leva dentro do peito, mas como isso é raro e parece que têm medo de o mostrar… ficam-se pelos relógios que já não é mau.

  maman wrote @

Ninguem disse que era para si msgd!!
permita me só reforçar que aquele anel sem nenhum brilhante e só com a marca gravada é lindissimo.
Mas gostos não se discutem :) respeitam-se…

  NakedSelf wrote @

Não tenho esses belíssimos anéis que mencionaram, mas confesso que os dourados não me seduzem, incluindo relógios e canetas. A minha preferência recai no ouro branco, sempre. Estou a gostar desta partilha e concordo contigo, msgd, não são essenciais, mas são as cenouras que nos motivam, claro que sim! :)

  chocalhinho wrote @

voltando ao tópico anel para homem, tenho um colega que usa um da spirit, muito original…fikei c vontade de ir espreitar a loja…ele disse-me junto ao leclerc (n sei se é assim que se escreve,ops) na ff… e sr msgd deixe que lhe diga que há aneis que assentam muito bem nos homens (e não me refiro `a velha anilha)…xi-corações do xocalho de serviço.

  A propósito « o meu lado esquerdo wrote @

[...] Março 19, 2008 Deste excelente post de um tema que me desperta o maior entusiasmo, ontem finalmente consegui comprar o anuário. Estava [...]

  msgd wrote @

obviamente que sim, Chocalinho, tb concordo. Em tempos ido ofereceram-me (ou apropriei-me, já n me recordo) um anel artesanal, simples, em pele castanha. Achei fantasticamente original… mas lá está, acho que para ser mais do que um simples anel, tem de ter um conceito e uma estória. O conceito virá do próprio anel, o que levou à sua concepção – o meu exemplo e da Maman são pródigos nisso – a estória fazêmo-la nós, ahpoisé. Numa linhagem mais contemporânea, gosto muito da colecção Xen. No Dolce Vita de Coimbra há uma ourivesaria que as tem sempre na montra… quase que apetece :P

Oh Naked, essas coisas não se podem comprar, são um atentado à carteira :)

  chocalhinho wrote @

sim, sim sr msgd eu tenho um xen e gosto bastante do design da marca…kto à história/conceito o anel da spirit que lhe estou a falar tem conceito e originalidade k baste…pois sim


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