belogue

banalidades circunstanciais.. ou não!

tempo para viver.

Conceito giro :)

maman

12 Comentários »

  Só Maria wrote @

e vem assim enlatado, tipo “baked Beans”?! :D
bom dia! :D

  Xipiti wrote @

Parabéns Sr. Engº Belmiro! Bonita campanha, mas olhe que o tempo que perco semanalmente na sua superficie comercial rouba-me tempo para isso tudo… um dia ainda hei de experimentar as compras on line… se bem que eu gosto de ver e escolher o que levo para casa… farei uma encomenda pequenina a ver se resulta… já alguém experimentou?

  Lover wrote @

Nunca experimentei Xipiti, mas sempre que digo ao meu Chefe, “bem, vou embora que ainda tenho de ir às compras” ele responde: “ainda vai à compras? compre on-line que eles entregam…”…deve resultar, não sei, eu continuo a ir…e às vezes sabe-me bemm :)
mas tenta e depois conta…
já as latas, hummm um conceito engraçado…mas eu gosto mesmo mais de tudo ao natural…até com “falta” de tempo…e pode ser um programa giro a dois:) (ou a 3, 4) desde que não seja ao Sábado à tarde ou final do mês :P

  msgd wrote @

miss Lover, miss Lover, essas manias de ménages, ai ai.. isto é um belogue sério, então?!

:P

  msgd wrote @

… esqueci-me: o conceito está subliminar. Gostei. ;)

  NakedSelf wrote @

Eu gostava era de ouvir os comentários sobre esta campanha de quem trabalha para o Sr. Belmiro ! ;)

  Lover wrote @

Eu já trabalhei, foi aliás o meu primeiro “Patrão”…e devo reconhecer que apesar de ter saído por vontade própria, pela febre da juventude de querer experenciar mais, sei de histórias de verdadeira “recompensa” e reconhecimento…
não ouço muitas lamentações, o Grupo do Sr. Belmiro tem uma coisa que grande parte do mercado de trabalho em Portugal não tem…consistência, o que na minha opinião é meio caminho para uma estabilidade pessoal mais bem conseguida:) (mas é só a minha opinião!:))

  Xipiti wrote @

Por acaso também tenho uma amiga e ex-colega de trabalho que ainda está no grupo Sonae e que me contou o seu percurso e foi um desses exemplos de recompensa… Claro está que as pessoas gostariam todas (eu inclusivé) de ter a vida facilitada (um emprego que não desse muito trabalho, uma remuneração jeitoso e fixa ao final de cada mês certinha e direitinha, etc, etc…), mas nos dias que correm, meus caros, ou provam o que valem e vestem a camisola bem justinha, mesmo agarradinha à pele, ou então “Que venha o próximo porque a fila lá fora é extensa e no meio de tanta gente há de haver alguém a quem a camisola sirva!”. Temos pena, mas os dias do “Sou possuidor de um canudo ou de X anos de experiência nesta área, e isso só por si fala” acabaram: agora ou se prova que se é bom (o que implica trabalhar sempre, muito e bem) ou então é-se igual aos outros. E esta é a filosofia da Sonae. O Engº Belmiro tem um talento especial e que o tem safado muito bem nos negócios: sabe rodear-se da gente certa para o aconselhar e executar as directrizes. Isso para mim é talento. E um bocadinho de sorte, também.

  msgd wrote @

De alguma forma desviamo-nos do tema original, mais virado para o tempo pessoal útil que se perde com pequenos nadas em detrimento de mais qualidade (ou algo assim) mas abriu-se aqui um caminho que acho curioso, que é a existência ou não de uma política social nos empregos, ainda para mais quando este assunto está tão em voga. Tenho o privilégio de colaborar com um grupo de empresas onde a casa-mãe tem uma preocupação com os colaboradores bastante acentuada, por vezes até sui generis. Desde bolsas de estudo para os filhos, pagamentos de propinas universitárias consoante o aproveitamento, consultas médicas internas grátis ou bilhetes mensais para eventos culturais, existe de quase tudo. Massagens ao fim do dia é que ainda não (temos de pensar nisso!). É de facto fantástico observar e poder usufruir de alguns deste exemplos de preocupação social vindos da secção patronal (o eterno bicho papão que só quer dinheiro, uhhh) mas por outro lado é triste, muito triste, ver que a grande maioria das pessoas não vêem nestes actos ou decisões laborais um contributo para um ambiente profissional de maior qualidade, ao ponto de nem sequer usufruirem dos mesmos. É algo que me transcende, o facto de um colaborador se remeter ao eterno queixume e/ou vitimização, continuar a olhar para o próprio umbigo e não alargar horizontes dentro da sua segunda família que é o meio profissional. É óbvio que haverá sempre velhos do restelo, mentalidades retrógradas mas deveria começar a ver-se uma nova geração a surgir, mais elucidada, até mais exigente e que soubesse receber e dar, não só para os colegas mas também para o patronato, mas sinto que o vírus do empregado vítima-egoísta acaba por vencer qualquer vacina de bom senso. É pena, continuaremos a olhar para a galinha do vizinho e achar que é sempre melhor do que a nossa. :|

  msgd wrote @

esqueci-me: Xipiti, gostei de ler, boa! ;)

  K wrote @

subscrevo integralmente!!…
e sou suspeita porque me envolvo muito em tudo o que “toco”, visto a camisola, as calças, as meias… enfim, dedico-me 100% ou mais ainda se for possível,
e posso reclamar que trabalho muitas horas, isto ou aquilo, mas o que é certo é que o meu ser exige-me sempre exceda os tais 100%,
e quando chega o fim do dia (e posso estar a queixar-me disto e daquilo) continuo a gostar do que faço,
e tudo fazer para amanhã ser melhor que hoje.
e se no fim do dia ainda consigo sorrir,
é porque nem tudo está mal!
Acaba por ser como um casamento, temos de trabalhar e contribuir mutuamente para que a relação resulte…
os edíficios não nascem feitos, constroem-se, e só no fim levam um telhado com vista de estrelas, e mesmo durante a sua construção o céu está lá sempre..
K.

  NakedSelf wrote @

Gostei muito do comentário da Xipiti e do último do sr msgd. Mas para além do que escreveram há diversos cenários, diversas posturas, diversas práticas empresariais. Por acaso sobre a Sonae nunca obtive um feedback como o relatado aqui. Mas também sei bem que nem sempre estes feedbacks são fidedignos, grande parte devido à tal postura de vitimização que o msgd tão bem referiu, eu fico atónita com o que ouço no meu local de trabalho, apesar de haver coisas que não estão bem, mas não há locais perfeitos para trabalhar, só na nossa cabeça. E eu consigo valorar coisas absolutamente espantosas de que ainda usufruimos no meu local de trabalho! Voltando ao tema: acima de tudo temos que saber ser eficientes na utilização do nosso tempo. Eu persigo esse TEMPO PARA VIVER :)


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