belogue
banalidades circunstanciais.. ou não!Arquivo para Maio, 2008
hey, táxi.
Nurburgring é uma daquelas mecas obrigatórias para todos os amantes de desportos motorizados e existe por lá um táxi muito especial, conduzido por uma tal Sabine Schmitz. Ora cusquem a leveza e boa disposição da rapariga.
… ou o que não vamos fazer este fim-de-semana, não é xp?
msgd
camelus dromedarius.

O bichano não tem um je ne sais quoi de George Clooney engatatão?
… e não sabia que até o Picasso os desenhava, com uma mestria minimalista diga-se:

[Isto de um carneiro achar piada a camelos tem que se lhe diga!]
msgd
a essência que se vai perdendo.
Uma interessante entrevista ao cardiologista Miguel Mota Carmo, publicada no Jornal de Leiria da semana passada, despertou a minha atenção por esta frase: “Um médico não pode ser só um técnico. Não se pode limitar a fazer consultas. Tem de conversar com os doentes. Hoje, a malta não é capaz de fazer uma festa a um velho ou a uma criança.” Nesta entrevista o Dr. Miguel Mota Carmo aborda a questão da vocação dos médicos actuais, o que os motivará e o próprio processo de selecção: o peso que as classificações têm sobre o real valor ou aptidão das pessoas. Basicamente a diferença entre bons alunos e bons profissionais. Curiosamente este tema vem a propósito de uma conversa com algumas dessas “maltas” que criticam os próprios colegas de não se preocuparem com os doentes / pacientes e tratarem-nos como meros “clientes”. De facto são, também, clientes. São a razão material de uma profissão, mas uma profissão que deveria obrigatoriamente ir mais além do que essa mesma razão material, afinal estamos a falar de seres humanos a cuidarem de outros seres humanos. Existirá mesmo esta humanidade no seio da malta médica, principalmente nas gerações mais novas? Eu creio que não. Escrevo isto com base em alguns conhecimentos pessoais, de médicos ainda recém-formados (leia-se pela faculdade, não pela vida…) que trabalham já contaminados pelo mesmo materialismo egocêntrico de uma outra qualquer profissão moderna que não envolva cuidar de outrem. Talvez seja natural que com o passar dos anos, com tal experiência de vida esta malta modifique o seu comportamento, que se consiga libertar de um deslumbramento inicial e que isso conduza a um altruísmo equilibrado. Isto terá de partir da análise de cada um, não pode ser forçado. Apesar de algo difuso sobre este tema, não é também sobre isso que se debruça o Juramento de Hipócrates?
msgd
kinky foca sex.
De acordo com cientistas sul-africanos, uma foca tentou copular com uma refeição potencial num bizarro ataque sexual de uma foca a um pinguim-rei. O incidente durou 45 minutos e foi captado em imagem pelos investigadores, que divulgaram a sua observação no Journal of Ethology. Local do crime: a ilha Marion, no arquipélago Prince Edward, a 1500 quilómetros da costa sul-africana, no Índico sub-antárctico.
A tentativa de cópula foi feita por um macho adulto, jovem e inexperiente, que na opinião dos cientistas exibiu um comportamento de “grande frustração”. Desconhece-se o sexo do pássaro, que se debateu com desespero e parece ter escapado ileso. A diferença de peso, 100 quilos para a jovem foca, 15 quilos para o pinguim, tornou a sobrevivência um autêntico milagre.
Este caso foi o primeiro exemplo conhecido de ataque sexual entre animais de duas classes inteiramente diferentes, na circunstância mamíferos e aves. Mas, de início, os investigadores pensaram que se tratava de um ataque de outra natureza: “À primeira vista, pensámos que a foca estava a matar o pinguim”, afirmou à BBC o cientista sul-africano Nico de Bruyn, da Universidade de Pretória, que co-assinou o artigo científico.
Afinal, a foca macho executou frenéticos movimentos pélvicos, tentando a cópula com o pássaro, mas sem a concretizar. Depois, a foca regressou ao mar e ignorou a sua vítima.
Nesta região, são frequentes as agressões das focas, na qualidade de predadores, a pinguins da espécie envolvida. Pode ter sido o caso, mas o animal era jovem e a tentativa transformou-se em comportamento sexual, talvez porque a foca ainda não tinha idade para conseguir acesso a fêmeas da sua própria espécie (daí a tese da frustração).
Estas especulações da equipa sul-africana mostram que o comportamento animal é ainda um relativo mistério para a ciência. O incidente pode ter sido um caso isolado de “brincadeira”, que ganhou uma natureza diferente; ou a foca limitou-se a repetir comportamentos habituais da sua espécie, que caça pinguins na ilha Marion, para se alimentar.
São conhecidas as agressões sexuais entre espécies diferentes, sendo este um comportamento comum entre pinípedes, a que pertencem focas e leões-marinhos, por exemplo. Uma coisa é certa: estas situações ocorrem entre espécies próximas.
Quanto aos pinguins, a sua vida sexual é famosamente monótona, embora haja uma espécie que exibe comportamentos homossexuais e uma outra onde foi detectada uma espécie de fenómeno de “prostituição”, ou troca de favores sexuais por pedrinhas que servem para construir os ninhos.
Castiços, os pingus… ![]()
msgd
le service de la doninhá.
Dá-me um cigarro,
Dá-me lume.
Dá-me a cerveja.
Já sabes o costume.
Dá-me uma mortalha
Que eu enrolo isso.
Dá-me a pedra
E deixa-te disso.
Dá-me uns trocos
Para beber um café.
Vá lá.
Já sabes que estou farto de estar em pé.
E não me olhes com essa cara atravessada!
Dá-me o telefone da tua namorada!
Porquê? Porquê? Porquê?
Porque ela tem uma coisa para mim.
Quantas pedras de gelo
Queres no teu gin?
Dá-me a tua vida,
dá-me qualquer uma,
troco na boa na boinha
pelos meus tenis puma.
dá-me um coraçao,
o meu foi roubado,
a cabra q o levou nem seker deixou recado.
dá-me um pouco da tua classe
quem sabe talvez resultasse,
prometo q n a estrago, tasse?
dá-me um bilhete para o cinema,
melhor,
dá-me cara duma estrela de cinema
um sorriso pepsodente
de orelha a orelha
fofinho e inocente
tal e qual uma ovelha
dá-me a tua imbecilidade
numa aspirina
e junta-lhes a tua integridade cabotina
axas q cabe tudo na mesma terrina
sabia-me mesmo bem agora uma gelatina
dá-me um tiro
se isso te faz sentir melhor
dá-me um lenço,
da cá eu limpo-te o suor
n consegues atirar
bem me keria parecer isso
da cá essa merda,
eu faço-te o serviço.
[Da Weasel - o serviço]
xipiti
too strong still too much.

The air was blue, you could hold it in your hand, blue
Remember me, I once told you and I tried to
So sad to realise that nothing lasts forever
Golden heart, you’ll always be a child
We cried as we kissed – it was too new
We died and we lived – it was too new
Too strong still too much
When you were a child unhappiness took the place of dreams
Dreams are like water, colourless and dangerous
Without the strength to love, way beyond fear
You could care less if you could care at all
We cried as we kissed – it was too new
We died and we lived – it was too new
Too strong still too much.
[this mortal coil]
msgd
explorações.

Sempre considerei duas formas fantásticas para escutar atentamente sons diferentes: no carro e com uns headphones. A Mayra Andrade ali da box teve o privilégio de um ménage à trois com Miss Saabina tendo-se revelado à altura
e no meio de algumas sonoridades diferentes, sobressaiu esta frase com uma pronúncia deliciosa:
Invadi-m nha korasom sem limit.
msgd
consegues? [II]

Aquela mania de falar através de canções, poemas, textos ou gestos de terceiros. Dizemos o que queremos, descodifica quem quer e o mundo continua a girar. Se tivessem de escolher apenas um e só um texto, canção, whatever coisa para descrever a vossa personalidade (ou outra razão), o que seria e porquê?
msgd
e | e | f | c | a | a | l & l.
Energy
Exploration
Fulfillment
Creativity
Aliveness
Achievement
Laugh
& Living.
msgd













