belogue
banalidades circunstanciais.. ou não!Arquivo para Julho, 2008
sooooo 80’s – episódio 1.
Inicio aqui uma série de recordações musicais dedicadas ao anos 80, mas vou tentar fugir daqueles lugares comuns europeus e/ou bandas que nos fizeram suspirar e estragar o papel de parede dos nosso quartos com os posters… Sempre adorei esta música, vá-se lá saber porquê… muito pop, definitivamente 80’s, sonoridade impressionante pela linha do baixo e pela voz inicial (uhhhh sexy babe, tu não me cantes assim ao ouvido que eu… ) e não pelo maravilhoso corte de cabelo e calças do sr. vocalista australiano que não faz mesmo nada o meu género, se é que tenho algum… mas ainda hoje ouvi esta música numa dessas estações de rádio dedicadas a épocas específicas e lá estive eu a cantarolar de fio a pavio a letra desta canção que já não ouvia há bem mais do que 7 anos como aquela do indiano. Começo a pensar que não há mesmo coincidências… Vou dedicá-la a alguém que (ainda) não conheço e nem sei mesmo se existe. A ouvir bem alto, tá?
xipiti
temos pena.

Coincidentemente, ou talvez não (a outra diz que não há coincidências) veio-me parar o seguinte artigo numa revista da especialidade enquanto esperava pacientemente a minha vez num consultório médico. E pensei: “Oh Xipiti, isto aplica-se à Medicina e não só. Acho que seria útil para todos em geral, e para alguns em particular…”.
Acabei por fazer o que os portugueses normalmente fazem: rasgam as páginas da revista e trazem-nas para casa. Espero ao menos que o Doutor do consultório tenha lido as páginas que lhe roubei e que transcrevo aqui… e que não me dê más notícias… se o vir puxar da caixa de Kleenex, já sei que está tudo lixado… Adaptem isto à vossa vida e respeitem os sentimentos dos outros, para que um dia vejam os vossos respeitados também. Ouvi dizer que o Universo devolve tudo o que lhe damos… e eu acredito.
“Quando as notícias são más, ainda podem piorar se a forma como são anunciadas não for a melhor. A pensar na relação entre médico e doente, Walter Baile, especialista mundial no treino de aptidões de comunicação em Oncologia, esteve em Lisboa para dar a conhecer o que pode fazer toda a diferença. No âmbito do projecto «Organização e desenvolvimento de um programa de cuidados paliativos no Hospital de S. José», e para alargar a formação nesta área, realizou-se no passado dia 23 a conferência/workshop sobre «A importância das aptidões de comunicação em Oncologia – Apresentação do protocolo de más notícias», em que foi orador Walter Baile, do MD Anderson Cancer Center da Universidade do Texas (EUA). A ideia partiu de Luzia Travado, psico-oncologista no Hospital de S. José e coordenadora da Unidade de Psicologia Clínica do Centro Hospitalar de Lisboa, que considera o tema da máxima importância. Isto porque, na sua opinião, a qualidade da comunicação entre o profissional de saúde e o doente é um factor crítico para a adaptação deste à sua doença, adesão aos tratamentos e satisfação.
Como referiu, «as aptidões de comunicação podem ser treinadas e melhoradas, bem como as “más notícias” – diagnóstico, prognóstico, recidiva, etc. – podem ser comunicadas de modo sensível e adequado às necessidades de cada doente e suas famílias, diminuindo o stress desta difícil tarefa». Desta forma, acrescentou, «a moderna Oncologia clínica e os cuidados paliativos não dispensam o conhecimento destas técnicas e o seu treino, que constituem uma importante ferramenta para os médicos».
Walter Baile mostrou um pequeno vídeo com um diálogo doente/médico, que considerou um exemplo claro de má comunicação. O médico não olhava directamente para a sua interlocutora, sendo notório que não lhe estava a prestar grande atenção, escrevia enquanto esta falava e interrompeu-a várias vezes. «Se um doente quando vai ter connosco já está nervoso à partida, uma atitude destas só piora», salientou o especialista.
E porque é importante, para os cuidados clínicos, ter boas competências na forma de comunicar? Segundo Walter Baile, estas fazem com que o doente esteja mais satisfeito, reduz-se a má prática, promovem-se objectivos clínicos cruciais e uma excelente relação com o médico. E «mesmo que este não o cure, o doente vê nele competência», sendo que «um bom diálogo faz com que o doente seja um parceiro nas opções de tratamento, o que é sempre benéfico para ambas as partes», lembrou o orador, sublinhando: «Hoje em dia cada vez mais as pessoas querem fazer parte do seu tratamento, gostam de saber as escolhas que existem e de ter um papel activo nas mesmas».
Mas se existe um protocolo de más notícias, há que conhecer os passos a dar. Walter Baile definiu o protocolo SPIKES (Setting up the interview, Perception, Invitation, Knowledge, Emotions, Strategy), em que o primeiro passo é o da preparação para a entrevista com o doente, devendo o médico fazer antecipadamente com que não haja interrupções e, por estranho que possa parecer, levar sempre lenços de papel.
De seguida, vem a percepção, e aí há que tentar perceber quais as informações que o doente possa ter sobre a doença, para que, eventualmente, caso não sejam correctas, poder corrigi-las. O próximo passo é saber se o doente quer ter informação, pois há indivíduos que não desejam ser informados. E caso o doente não queira falar da patologia, o médico pode sempre perguntar-lhe se não quer saber quais os planos de tratamento e, portanto, ajudar de outra forma.
O quarto passo é passar a informação e o conhecimento, e uma boa maneira de dar a má notícia é dizer, de forma calma, «infelizmente tenho más notícias» ou «o que se passa é sério, tenho muita pena de lho dizer». É essencial dar a conhecer os factos aos poucos e usar sempre uma linguagem ao nível do doente, nunca utilizar termos técnicos, «porque muitas vezes as pessoas têm vergonha de dizer que não estão a perceber» e há que explicar tudo da melhor forma para que o esclarecimento seja total.
No quinto passo, o das emoções com respostas empáticas, o médico tem que ter um papel reconfortante, «porque corresponder às emoções de um doente nestas circunstâncias é, sem dúvida, um dos maiores desafios, pois perante a má noticia a pessoa entra em choque, dor e solidão».
Ao informar da doença por etapas, devem aproveitar-se metáforas que o doente use para a patologia e dar explicações por esquemas ou gráficos no papel. Aqui há que mostrar apoio e solidariedade e dar respostas empáticas, mas dizer sempre a verdade.
Durante a conversa, o médico deve fazer pausas, escutar com atenção e mostrar proximidade. Por fim, vem a estratégia em que se visa fazer o plano para o futuro, sendo crucial que se discutam todas as opções de tratamento, o que dá sempre ao doente a sensação de que os seus desejos são ouvidos.
Baseado nesta informação Joaquim Reis, doutorado em Psicologia e professor de Psicologia da Saúde, desenvolveu, com a colaboração técnica de Luzia Travado, um DVD para os especialistas portugueses, designado «Aptidões de comunicação e de relação para profissionais de saúde».
in Tempo de Medicina.
xipiti
23 de Outubro, 1960 – 25 de Julho, 2008.
“Randy Pausch, the professor at Carnegie Mellon University who inspired countless students in the classroom and others worldwide through his highly acclaimed last lecture, has died of complications from pancreatic cancer. He was 47.”
Que a última lição do Randy tenha servido como a primeira para muitos de nós pararmos para pensar…
msgd
os avós.
Século I a.C. – Conta a história que Ana e seu marido, Joaquim, viviam em Nazaré e não tinham filhos, mas sempre rezavam pedindo que o Senhor lhes enviasse uma criança. Apesar da idade avançada do casal, um anjo do Senhor apareceu e comunicou que Ana estava grávida, e eles tiveram a graça de ter uma menina abençoada a quem baptizaram de Maria. Santa Ana morreu quando a menina tinha apenas 3 anos. Devido a sua história, Santa Ana é considerada a padroeira das mulheres grávidas e dos que desejam ter filhos. Maria cresceu conhecendo e amando a Deus e foi por Ele a escolhida para ser Mãe de Seu Filho. São Joaquim e Santa Ana são os padroeiros dos avós.”
O papel dos avós na família vai muito além dos mimos dados aos netos, e muitas vezes eles são o suporte afectivo e financeiro de pais e filhos. Por isso, se diz que os avós são pais duas vezes. As avós são também chamadas de “segunda mãe”, e os avôs, de “segundo pai”, e muitas vezes estão ao lado e mesmo à frente da educação de seus netos, com sua sabedoria, experiência e com certeza um sentimento maravilhoso de viver os frutos de seu fruto, ou seja, a continuidade das gerações.

Hoje é o dia deles, dos Avós. Celebrá-lo significa celebrar a experiência de vida, reconhecer o valor da sabedoria adquirida, não apenas nos livros, nem nas escolas, mas no convívio com as pessoas e com a própria natureza. Todos os dias.
msgd
doce, doce.
… do Natural Born Killers:
[Mickey:] “The whole world’s coming to an end, Mal.”
[Mallory:] “I see angels, Mickey. They’re comin’ down for us from heaven. And I see you ridin’ a big red horse. You’re drivin’ the horses, whippin’ ‘em. And they’re spittin’ and barfin’ all
on you now. They’re coming right at us. And I see the future. There’s no death ’cause you and I, we’re angels.”
[Mickey:] “I love you, Mal…”
[Mallory:] “I know you do, baby. I’ve loved you since the day we met.”
Anyone who’s ever had a heart
Wouldn’t turn around and break it
And anyone who’s ever played a part
Wouldn’t turn around and hate it
Sweet Jane, sweet Jane
Sweet, sweet Jane
You’re waiting
For Jimmy down in the alley
Waiting there
For him to come back home
Waiting down on the corner
And thinking of ways
To get back home
Sweet Jane, sweet Jane
Sweet, sweet Jane
Anyone who’s ever had a dream
Anyone who’s ever played a part
Anyone who’s ever been lonely
And anyone who’s ever split apart
Sweet Jane, sweet Jane
Sweet, sweet Jane
Heavenly widened roses
Seem to whisper to me
When you smile
Heavenly widened roses
Seem to whisper to me
When you smile
Sweet Jane, sweet Jane
Sweet, sweet Jane
xipiti
pam pam, pliiim, plam plam ou também helen’s song.
|Db |Db |Ab7 |Ab7 | |Db |Db |Ab7 |Ab/C Ab/Gb | |Db |Db | |Db |Db |Ab |Ab | |Ab7 |Ab/C Ab/Gb | |Db |Db | |Db |Db |Ab |Ab | |Ab/Gb |Ab/C Ab/Gb |Bbm |Bbm | |Gb |Gb |Bbm |Bbm | |Ebm7 |Ebm7 |Bbm |Bbm | |Ebm7 |Ebm7 |Bbm |Bbm | |Edim |Edim |Db | |Edim |Edim |Db |Db | |Edim |Db | |Bbm |Bbm |Ebm7 |Ebm7 | |Bbm Fm7 |Bbm Fm7 |Bbm Fm7 | |Gb Bbm7/Db|Gb Bbm7/Db| |Bbm Fm7 |Bbm Fm7 | |Gb Bbm7/Db|Gb Bbm7/Db| |Bbm Fm7 |Bbm Fm7 |Ebm7 Bbm7 |Ebm7 Bbm7 | |Bbm Fm7 |Bbm Fm7 |Ebm7 Bbm7 |Ebm7 Bbm7 | |Bbm Fm7 |Bbm Fm7 |Ebm7 Bbm7 |Ebm7 Bbm7 | |Bbm Fm7 |Bbm Fm7 |Ebm7 Bbm7 |Ebm7 Bbm7 | |Bbm |Bbm | |Bbm |Bbm |Ebm7 |Ebm7 | |Bbm |Bbm |Ebm7 |Ebm7 | |Bbm |Bbm |Bbm | |Bbm Fm7 |Bbm Fm7 |Bbm Fm7 |Bbm Fm7 | |Bbm Fm7 |Bbm Fm7 |Bbm Fm7 |Bbm Fm7 | |Bbm Fm7 |Bbm Fm7 |Bbm Fm7 |Bbm Fm7 | |Bbm Fm7 |Gb Bbm7/Db|Gb Bbm7/Db| |Bbm Fm7 |Bbm Fm7 |Bbm Fm7 |Bbm Fm7 |
[ali ao lado na box do costume >]
msgd
coffee on the rocks.

O meu muito obrigado ao cérebro que inventou isto! É simplesmente delicioso… nhama!
msgd
as bolhas das nossas vidas.

A revista Prospect, que sempre se demarcou pela inteligente desmistificação de temas da actualidade por mais complexos que sejam, publicou na sua edição deste mês um interessante artigo / debate sobre a actual situação económica mundial, com intervenientes de respeito: Mark Hannam – ex-Barclays, Citi e Bank of England; John Gieve – Governador-adjunto do Bank of England; Anatole Kaletsky – comentador económico e editor associado do The Times; Martin Wolf – comentador económico do Financial Times; George Soros – Investidor e chairman do Soros Fund Management; Jonathan Ford – Editor-adjunto da Prospect e que faz a vez de moderador.
Esta introdução diz (quase) tudo: “the financial crisis has shown that markets are bubble-prone and that laissez-faire regulation doesn’t work. The authorities need to get a grip if we are to avoid a mega-bubble. But we may need an even deeper crisis for that to happen” ou como sugere Soros acerca dos gestores do Bearn Stearns e do Citigroup: “why not shoot them?”
Debate, delicioso e completo, aqui.
msgd
hoje vou ser…

Cortei a folha de massa folhada ao meio, depois dobrei ao meio cada metade e sobrepus. Fiquei assim com 2 rectângulos.
Levei ao forno, sem retirar do papel vegetal onde vem embalada a massa folhada. Com um garfo piquei-a para não enfolar. Esta é uma qualidade de massa folhada, bem fininha, pronta a utilizar. Depois de cozida, o que é rápido, cobri uma metade com creme pasteleiro, juntei os morangos cortados bem fininhos e pressionei ligeiramente com a outra parte. Derreti no microondas, seguindo as instruções, 1/2 embalagem de pepitas de chocolate e reguei o folhado. Decorei com alguns morangos banhados em chocolate.
Para o creme pasteleiro, utilizei 2 ovos inteiros, batidos com cerca de 100gr de açúcar, 1 colher de sopa de margarina amolecida e 1 colher de sopa de farinha de trigo. Bati tudo muito bem e adicionei a seguir 2,5dl de leite fervido com casca de limão. Levei de novo ao lume até engrossar e deixei arrefecer um pouco antes de utilizar. Haverá certamente outras maneiras de fazer o creme pasteleiro; eu fiz assim. Simples e rápido.
Não, não fui eu que escrevi ou sequer experimentei… a seu tempo e boca. Mas hoje fui mestre gourmet, amanhã quem sabe… Este link está fantástico
msgd









