belogue
banalidades circunstanciais.. ou não!Arquivo para Outubro, 2008
pois claro!
Quem tem animais de estimação já certamente pensou nisto: E por que é que as consultas no veterinário, as despesas com medicamentos e tratamentos do meu amigo e companheiro (peludinho ou escamoso ou peneirento) não podem ser incluídas no meu IRS? Afinal não tomo conta dele? Não lhe dou tudo? Não faço tudo para que esteja bem? O senhor doutor veterinário não tem de prestar contas ao fisco? E os medicamentos dos bichos não são também alvo de fiscalização e de regulamentação à semelhança dos nossos? A resposta para tudo isto é: SIM!
Então proponho, sugiro e acima de tudo, peço-vos que, à semelhança do que já acontece há muito tempo noutros países da Europa e do mundo, se peça ao Senhor Engenheiro José Sócrates Carvalho Pinto de Sousa que se digne a permitir que os contribuintes que têm animais de estimação e que cuidam deles, possam incluir as despesas de saúde deles no IRS.
A petição está online para quem quiser. Eu já assinei, claro.
Entretanto, deixo-vos um miminho… 10 razões para ter um bichito
xipiti
cogumelos eclesiásticos.
Tem uma respeitável idade, ou não fosse do século XIII, 24 quartos identificados com nomes de frades e fica lá para cima, perto da serra que também fica gira despida do seu manto branco. É o Convento de Belmonte e respectivo restaurante e até Dezembro podemos [entre outras coisas...] aprender, com o Chef Valdir Lubave, a colher, preparar e confeccionar cogumelos, no âmbito do Festival destes fungos.
Iguarias com designações suficientemente gourmet conseguiram despertar a minha curiosidade: Bacalhau fresco sobre batatas sauté e beurre blanc de Agaricus, ou Escalopes de Vitela de leite grelhados com Morquela esculenta, terminando com umas fatias finas de ananás fresco com gelado de Boletus edulis e noz-moscada e Licor de porcino… mas delicioso deve ser o Capuccino de Cogumelos com espuma de ervas aromáticas apanhadas no jardim do convento.

Vamos lá?
msgd
coisas de cotas.
Sras e Srs, hoje, dia de festa mundial, D. Xp I comemora mais um aniversário, mais um de muitos que já tem em cima… coisas da vida. Numa rara e curta transmissão via satélite, algures do ciberespaço, ele brindou o belogue com um dos seus típicos sorrisos:

Pabaréns, Mr. X
msgd
e se cada saída fosse uma entrada para um qualquer outro lugar?

Cada vez mais concentro-me menos. Não poucas vezes perco-me mentalmente em viagens abstractas, longe da realidade circundante. Pelo aborrecimento, o cansaço ou o embalo de uma canção que me transporta aleatoriamente para outros locais. Não racionalizo nem tento explicar. Sabe bem perder-me assim, é confortável. Sinto-me leve quando conduzo sem destino, seja por uns momentos, um pequeno desvio de uma rota diária ou num destino de férias sem… destino. Seguir, apenas seguir, sem pensar. É imprescindível ter uma boa banda sonora, ou pelo menos algo que se adeque ao momento de dispersão. É imprescindível ter um parceiro nesta viagem, mesmo que silencioso. É uma partilha especial, que exige selecção. São momentos assim que revejo neste soberbo link, mais do que contextualizado… basta irem seguindo as instruções para partirem numa viagem infinita.
Conseguem divagar?
msgd
[o carregamento dos vários quadros requer alguma paciência em ligações mais lentas, mas vale a pena seguir viagem]
gourmezices.
Salmão grelhado sobre espinafres salteados em alho e arroz selvagem, com molho de manteiga branca.
Mimo, e do bom.
Falta baptizar… alguma sugestão?
msgd
(not) lost in translation.
Guy that just missed the subway: Shit, shit, shit, fuck, shit…
French tourist, looking at guy: Merde.
Guy: Thank you!
msgd
klein pics.
Há alguns anos atrás, já não me recordo em que publicação, houve uma foto que segurou demoradamente o meu olhar. Na altura não consegui encontrar de imediato qualquer referência sobre o contexto da mesma ou sequer sobre o autor. William Klein é nova-iorquino mas viveu em Paris durante largos anos, sendo pioneiro na introdução de um novo formato de fotografias de rua, representativas de fragmentos do caos urbano. Os seus registos são invariavelmente granulados, desfocados e distorcidos pela utilização de grandes angulares. O seu livro Life is Good and Good for You in New York: Trance Witness Revels (1956) é considerado um dos mais importantes livros de fotografia alguma vez publicados. William Klein era até há uns dias um perfeito desconhecido para mim. Referência do 3º volume da compilação Mestres da Fotografia [BES/Expresso], eis que uma das litografias inclusas é precisamente a tal foto, tirada no bairro de Harlem em NY.

msgd



















