belogue

banalidades circunstanciais.. ou não!

tok – just go and have a talk with God.

As incursões por discotecas, atrás de músicas desconhecidas avaliadas pelo grafismo das capas, têm destas coisas: Tok Tok Tok. Soberba sonoridade – infelizemente impossível de expressar no video anexo – alicerçada na poderosa voz de Tokumbo Akinro e na criatividade de Morten Klein.

Há muito tempo que não abusava das potencialidades sonoras cá da toca: o silêncio do escuro interrompido pela fantástica (re)interpretação da ‘have a talk with God’ do Stevie Wonder. Jeeeez….

Óbvia conclusão: ritual a continuar.

msgd

dica.

bb_1358_1

Só neste País !…

É de rir…

Se um dia forem apanhados a mudar o pneu ou coisa do género sem o colete digam sempre que não tem, mesmo que o tenham convosco. É que a multa por não ter o colete são 60 euros.

A multa por não o utilizar (tendo-o) é 120 euros.!!!!

Xipiti

conceitos.

bike_ride_belogue

low emissions – cool. :)

msgd

quarenta anos depois.

monty_python_40_years

“Dia 15, (…)os Monty trazem um novo documentário onde prometem contar a história dos Monty. Ou quase toda. Pelo menos aquela que os advogados deixaram contar em Monty Python : Almost the truth (The lawyers cut)”.”

Cooool! :D

msgd

barking new stuff.

Entre tantos oceanos navegados pela internet, por vezes vou adquirindo pequenos nadas que despertam a minha curiosidade e menos vezes, o lapso temporal entre o impulso da aquisição e a chegada do bem propriamente dito provocam um efeito de Natal todos os dias.

Bark Cat Bark é um projecto solo e caseiro de Josh Todd, rapaz ainda jovem que mete a mão em tudo o que é instrumentos, para além de umas re-misturas interessantes. A primeira audição leva-me de imediato ao Yann Tiersen – suave, delicado e a mestria de dedilhar as teclas de um piano. Juntam-se uns quantos instrumentos e efeitos sonoros e nasce algo simples e deveras interessante (original?), chegando a ser viciante. É o caso de Iceland – ou não fosse menção a esse tal país, para mim, intrigante – que se ouve e ouve e ouve vezes sem conta sem cansar, terminando essa mesma faixa num embalo do mar.

Tal como referi acima, chegada de mais um embrulho é sempre uma pequena delícia, e não foi excepção com o “Draumer” de Bark Dog Bark – cusquices, aqui. Foi sem dúvida o mais personalizado cd que alguma vez adquiri, meu, só meu, totalmente meu, com direito a agradecimento personalizado, mais uns quantos itens exclusivos: 3 fotografias vintage-look, um mini-cd com faixas bónus e o cd “Draumer”, tudo numa embalagem manufacturada finalizada com um cordel preto. Seria o suficiente para ser delicioso caso a música o não fosse também.

draumer_belogue

draumer_belogue_2

Já cuscaram?

msgd

10 drogas a não tomar… se conduzir.

Xipiti

ecofetishstuffocoisas.

Little_Snooper_belogue

“Chicotes sim, de cabedal é que não. Os acessórios sexuais não têm de pôr em causa ao ambiente, defendem os propulsores de uma indústria sexual “verde”. Vibradores energeticamente eficientes, preservativos sustentáveis, lubrificantes naturais e chicotes feitos de borracha reciclada são algumas das propostas alternativas às tradicionais sex-shop.

Nos Estados Unidos, os fabricantes deste tipo de produtos manifestaram-se já contra a presença de ftalatos, compostos químicos nocivos para a saúde e ambiente, nos acessórios sexuais. Em 2004 foram proibidos nos brinquedos para crianças.

“Os brinquedos para adultos são um produto básico em milhões de quartos. Acho que está na hora de se começar a pensar nos seus efeitos no corpo e no meio ambiente”, disse Alliyah Mirza ao programa da rádio espanhola Ya era Hora.

A fundadora da empresa Earth Erotics dá o exemplo. No site oficial do projecto norte-americano vendem-se desde óleos da massagem a disfarces livres de cabedal e químicos. Ensina-se também a dar festas eróticas verdes.

por Marta Reis, in I”

msgd

e na cortiça será.

Os tugas aproveitaram a ocasião para votar em qualquer coisa, talvez por finalmente terem uma eleição onde sabem onde colocar o voto. A proposta portuguesa já vai à frente destacada.

O Museu Guggenheim de Nova Iorque está a preceder a um concurso internacional de Design a que chama COMPETIÇÃO DE ABRIGOS (“Shelter Competition”). Os concorrentes têm de enviar o projecto 3D de um abrigo de acordo com as regras do concurso. Foram admitidos cerca de 600 projectos de 68 países.

Dos 600 projectos foram seleccionados 10 finalistas, entre os quais está o projecto do arquitecto português David Mares. É neste projecto que entra a cortiça, aliás a cortiça é mesmo o elemento do qual é feito o abrigo.

O “CBS – CORK BLOCK SHELTER ” é um abrigo construído na versátil cortiça. Mas como se não bastasse a já honrosa posição de pertencer ao TOP 10 deste concurso neste momento o abrigo de cortiça está em 3º lugar na votação do público. Pf acedam ao site do concurso e votem na cortiça – http://www.guggenheim.org/new-york/education/sackler-center/design-it-shelter/vote-for-shelters!

Além do prémio do público, este concurso contempla também um prémio atribuído por um Júri, que será divulgado na Guggenheim Museum’s 50th Anniversary Celebration, no dia 21 de Outubro.

Votem na Cortiça!

Xipiti

lembrar para não esquecer II.

alz_belogue

Nunca será demais lembrar(re)lembrar.

msgd

à la carte.

Primavera

« Entradas recentes · Entradas antigas »